segunda-feira, abril 19, 2010

2010 - mudanças parte 2

Já faz algum tempo que eu venho falando sobre mudanças na minha vida.

A maior de todas sem sombra de dúvida me veio semana passada: serei pai.

Se a frequencia de posts aqui era pequena, agora acho que vai a praticamente nada, isso porque iniciei um blog em co-autoria com a Kellen sobre a gestação do nosso filhote.
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Abraços, Perdigão

terça-feira, abril 13, 2010

2010 - mudanças

Eu sabia que 2010 seria um ano com grandes mudanças. Mas mais que mudanças, 2010 está me trazendo a realização de sonhos.

Mais novidades em breve.

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Abraços, Perdigão

quinta-feira, abril 01, 2010

1 ano sobre rodas

Hoje faz exatamente um ano do dia em que fui na concessionária buscar meu primeiro carro, que já rodou quase 14 mil km.

Nada de mais. Era só pra não passar em branco mesmo. A coincidência de ser no dia primeiro de abril me rendeu e rende até hoje risadas quando lembro de ter contado pro meu pai. HAHAHAHAH.

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Abraços, Perdigão

sábado, fevereiro 20, 2010

Post anual, ou quase isso...

Blog jogado às traças again. Hora da faixina.

Me separei. Perdi quase 30 kg. Comi o pão que o diabo amassou. Dei a volta por cima. Meu pai já me enxerga como homem feito. E estou rumando ao topo.

Novos velhos projetos. Sei que ainda não tá na hora, mas tá quase. Consigo sentir o cheiro da virada, das mudanças.

Talvez esse seja o último post, Ou o primeiro de uma nova fase.
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Abraços, Perdigão

domingo, abril 19, 2009

Tirando a poeira again - great news!

Olha eu aqui espantando as moscas do blog novamente.

Já desisti de atualizá-lo com frequencia, ou de manter apenas uma linha de notícias aqui. O fato é que praticamente não há tempo para tal. Isso quando não estou numas crises e quero que o mundo me esqueça, ou qualquer traço que eu tenha deixado.

Os blogs evoluíram e estão muito mais populares agora. Mesmo assim, ainda não é do grande público, e a maioria deles são de pessoas que já fazem algo com no computador - programadores, designers, webmasters, analistas. Não vale a pena ficar reiniventado a roda, ou escrevendo sumários de pequenos trechos interligados de língua estrangeira.

Parece que o frisson do momento é o twitter. Minha última postagem lá tinha sido a 8 meses atrás. De um ou dois meses pra cá vi que grandes blogs aderiram aos microposts. E ontem, excepcionalmente, duas pessoas resolveram acompanhar minhas postagens lá. Motivo o suficiente para querer me fazer desenterrar os canais de comunicação jogados às moscas.

Então vamos às notícias. Minha vida e minha rotina em si continuam praticamente as mesmas dos meus últimos posts. A única grande notícia é: comprei meu primeiro carro.

Primeiro, pesquisa. Muita pesquisa. Eu queria um sedã, bom de motor, de preferência da GM - pelas minhas observações da época de mecânico, uma marca muito boa em termos de durabilidade e consumo.

Tinha em mente um Vectra 98, ou 99. Ou um Astra Sedã 2003+. Ou um Prisma 0km. Fiquei com o Prisma 0km.

Meu primeiro carro. Claro que eu queria contar aos meus pais e amigos mais chegados. Mas não queria estragar a surpresa. Como peguei o carro no dia 01/04/2009, o mundialmente famoso dia da mentira, liguei para o meu pai, contei, e depois... Rá! Primeiro de abril... Seguido de um "Eu sabia.." da parte dele, hehehe.

Combinei de ir no fim de semana para o sítio dele. Meus pais me ligaram na sexta-feira, para combinar tudo certinho, quando eu iria ligar, onde meu pai iria me buscar etc...

Acordei no sábado cedinho, arrumei as coisas no carro. Esposa, duas gatas, malas, violão... Estrada enfim. Cheguei em São Paulo e fiz logo a primeira surpresa para meu irmão e para minha mãe biológica. Meia hora depois, mais estrada. Mais uma hora até o sítio. E sim, telefonemas de acordo com minha armação.

Cheguei na porteira do sítio. Encostei devagarzinho, e buzinei. Meu pai já estava de banho tomado, trocado.. só esperando minha próxima ligação para ir me buscar na estação de trem. A casa é longe da porteira e a cara dele de "puta que pariu, eu aqui esperando pra ir buscar meu filho e chega visita... merda!" foi impagável.

Ele ficou parado um tempo. Gritei o nome dele. E ele veio devagarzinho, com toda a cautela do mundo, já que não conhecia o carro. Desci do carro e falei "Ô pai, abre logo a porteira aqui pra mim!". Ele parou, olhou, olhou e depois entendeu que era eu mesmo.

Ele chegou, abriu a porteira e dei carona pra ele até de volta na casa. Dava pra sentir o orgulho dele. Minha mãe chorando de felicidade. Fim de semana pra lembrar.

Na volta, ainda passei na casa dos meus sogros em São Paulo, que também gostaram da surpresa.

Em meio ao marasmo estafante da minha rotina, um momento desses é uma compensação e tanto.

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Abraços, Perdigão