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terça-feira, fevereiro 10, 2009

22 Polegadas wide screen

Fala galera.

O meu monitor LG de 15 polegadas torrou. Fiquei quase um mês sem ligar o PC por causa disso.

E agora tá tudo ajeitado e MAIOR. Comprei um Samsung 2232BW Plus - um LCD TFT de 22 polegadas, bom bagarai.

Minha esposa também curtiu é claro, principalmente ao jogar Spore com resolução de 1680x1050 - sem lag!

Desculpem, mas eu precisava contar.

Fuie.
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Abraços, Perdigão

sábado, agosto 30, 2008

Tudo nos trilhos

Eu uso muito pouco os produtos da M$ em casa. E tempos atrás o Windows deu pau pra variar. Fosse outra época, eu gastaria dias recuperando o sistema, os documentos, etc... Mas já faz muito tempo que não tenho saco pra ele.

Existem uns pouquíssimos motivos para eu continuar com ele na minha máquina, mas ele ainda é necessário sim. Pois bem, depois de muito postergar resolvi meter a mão na massa e fazer o odioso ritual do formata-e-instala.

Qual minha surpresa quando vou procurar no meio dos CDs e lembro que joguei fora o CD de instalação do Windows. Solução: deixar a madrugada inteira baixando um torrent. Terminado o download, vejo que o arquivo de imagem não era uma iso e sim um nrg, que é um formato de imagem proprietária do Nero, e não dava pra gravar direto pelo meu querido K3B. Nada de mais, uma googlada e pronto, eis uma linha de comando para fazer a conversão. Isso mesmo. Com uma linha deu pra fazer a conversão de nrg para iso, e enfim gravar a imagem num CD.

Ah sim a linha em questão é:
$dd bs=1k if=imagem.nrg of=imagem.iso skip=300

Enfim, comecei a via sacra... formata, instala, instala drivers, aplicativos básicos, aplicativos de segurança, configura uma coisa, configura outra, restaura os backups...

Hora de restaurar o grub, o bootloader do Linux, para que eu pudesse deixar a máquina novamente com dual boot.

Vou dar o boot com o CD do Linux e trava. Tento de novo e de novo e nada. O CD foi pro espaço tbm. Solução: baixar o Linux, gravar num CD e daí sim recuperar o meu mojo.

Depois de iniciar o boot com o CD do Linux, abri um terminal e fiz:

$sudo grub
>root (hd0,0)
>setup (hd0)
>quit

Reiniciei e pronto. Tudo funcionando como deveria ser, nos trilhos.

E agora consegui passar as fotos do meu aniversário para o PC (sim, a minha câmera é um dos motivos para eu ainda manter o Rwindows aqui).

See yo, fellas.
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Abraços, Perdigão

quarta-feira, agosto 27, 2008

Página inicial esperta no Firefox

Que o Firefox é um navegador bacana todo mundo sabe (quem não sabe, provavelmente é pq não conhece, e deveria se dar no mínimo uma chance de experimentá-lo).

Pois bem, muitas vezes configuramos a página inicial, mas todo santo dia visitamos uma 4 ou 5 páginas logo que abrimos o navegador. Um email, um blog, um portal, aquela página do serviço...

Pois bem, dá para configurar o Firefox para abrir várias páginas de uma vez só logo que ele inicia, cada uma em uma aba diferente. Como fazer? Bem, existem 3 formas de se fazer isso. Lá vai.

1ª Editando na mão

É mais simples do que parece. No lugar onde você configura a página inicial, coloque os vários endereços separados por um pipe ("|"). Este símbolo deve estar próximo do "z" do seu teclado.

Assim ó:


2º Usando páginas abertas

Esse é o mais fácil de todos. Abra todas as páginas que você quer deixar como páginas iniciais, e depois, na mesma tela das opções onde você escolhe a página inicial, clique em "Usar a página aberta". Segue a figura:


3º Usando os favoritos

Também é fácil. Ao invés de clicar em "Usar a página aberta", clique em "Usar favorito...", escolha qual das suas pastas dos seus Favoritos usar, e depois dê "OK". Simples assim. Acompanhe abaixo:




Té mais.
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Abraços, Perdigão

quarta-feira, julho 23, 2008

Nem tão bom assim

Dias atrás postei aqui que eu estava experimentando novos recursos do Blogger, entre eles, a enquete. Pois bem, ela é horrível. Não permite que se mude fontes e cores, não armazena resultados (se você remover a enquete, perde os resultados).

Resumindo, as enquetes do Blogger ainda deixam muito a desejar e ainda é melhor usar serviços externos.

See yo.
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Abraços, Perdigão

sábado, julho 19, 2008

Momento de frustração pessoal

Este post continua a saga do meu 1 terabyte de memória.

Depois da euforia, começa a trabalheira. No começo tudo simples e legal. Definir e dividir espaços, etc. Enfim, preparar as bases.

Criei uma área comum para deixar músicas, fotos, vídeos. Depois comecei a transferir os arquivos para lá. Músicas e vídeos foram ok. Hora das fotos. Aí notei que muitas das fotos no diretório da minha esposa eram as mesmas que no meu. São muitas fotos para remover as duplicadas no visual (imagine bricar de jogo da memória com mais de duas mil peças). Outra coisa, os nomes eram diferentes. Ela sempre renomeia as fotos. Os tamanhos são sempre aproximados. Em suma, fodeu.

Quase. Resolvi criar um scriptzinho em shell script (é por isso que eu gosto do Linux) para ler os arquivos dentro de um diretório e seus subdiretórios, calcular o hash md5 deles - é uma espécie de assinatura com base no conteúdo, o que garante que fotos iguais, mesmo com nomes diferentes sejam identificadas - e depois escrever num arquivo o nome da foto e sua assinatura.

Passando isso no diretório dela e do meu, eu conseguiria depois tratar isso e identificar os duplicados/triplicados/quadrupĺicados/n-plicados e depois remover.

A idéia é simples. Parece até exercício de apostilinha ou tutorial online de shell script. Parece. Sim, porque quando se usa nomes para arquivos com espaços e parênteses a história muda. Foi um parto fazer isso. Horas e mais horas de leitura, pesquisa e teste. Fiquei desolado. Concluí que eu não sou inteligente e sim teimoso feito uma mula manca. Sim, o Henrique faria isso em 10 minutos, o Lucas em 30, o Júlio em uma hora. Eu levei váááárias horas e mesmo assim não consegui.

Hoje entrei no MSN e o Henrique estava lá. Fui pedir ajuda - sim, eu estava pra lá de desesperado e deprimido para encher o saco dele que com isso, ainda mais porque o cara está de férias - pra ele. Expliquei a situação, coloquei o código no pastebin. Ele revisou. Mandou uma idéia em 3 minutos. Não funcionou. Mandou mais outras idéias e em menos de 15 minutos lá estava o código funcionando. Era uma besteirinha (não tão besteirinha assim).

Ainda tô frustrado com meu QI de ostra mas com alguma consolação: a linha de raciocío que ele usou foi parecida com a que segui.

Agradecimentos Perdigônicos ao Mr. Gilgamesh.
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Abraços, Perdigão

segunda-feira, julho 14, 2008

Momento de satisfação pessoal

Fala pessoal...

faz um tempão que o meu micro tava precisando de uns upgrades - ainda bem que comprei uma placa-mãe assaz porreta na época.

Este ano coloquei mais memória (o máximo que ela comportava) e uma placa de vídeo bem melhor que a antiga.

Deu uma diferença e tanto. Mas ainda eu precisava de mais espaço... para poder passar os vídeos, para gravar video aulas e completar algumas discografias em mp3.

Sábado passado fui na Rua Santa Ifigênia e comprei nada menos que 2 HDs SATA de 500GB cada... ou seja agora eu tenho 1 Terabyte de espaço.

Instelei sem maiores problemas no meu Ubuntu.

...E tô falando isso ao vento mesmo. Momentos de satisfação como esse precisam ser apreciados.

Falei.
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Abraços, Perdigão

terça-feira, julho 08, 2008

Novidades no ar - bookmarks para todos os gostos

Fala pessoal,

continuando minha saga no layout, widgets, gadgets, and fuckgets Tabajara, venho vos apresentar, ó, respeitável público, a nova barra ao lado (ela tá do lado direito, na parte de baixo).

Seguinte, existem serviços de favoritos públicos - já escrevi aqui há muito tempo atrás sobre um deles, o Del.icio.us. Inclusive alguns especializados em blogs, como o Technorati e o Blogblogs (também já escrevi sobre eles aqui).

O legal desses serviços é que você acessa os seus favoritos de qualquer lugar. Mudou de emprego? Trabalha em casa? Faz faculdade? Tá viajando? Seja lá qual for a situação, esses serviços podem ser os salvadores da pátria.

Não é o caso deste blog ordinário, eu não pretendo salvar sua vida, e acho pouco provável que alguma coisa que eu escrevo aqui vá. Mas enfim, se quiser bookmarkar (não sei o que é pior, bookmarkar ou favoritar) este blog aqui, o que não faltam são opções logo ali ao lado.

Tá vendo duas barras? Uma com ícones pequinininhos e outra com umas tirinhas? Pois é, a de bookamarks é a dos ícones pequenininhos.

A das tirinhas é para adicionar ao seu serviço leitor de feeds RSS favorito. Não sabe o que é isso (também já escrevi sobre isso aqui já faz um tempo)? RSS é um tipo de serviço que marca apenas as informações novas de um site ou blog.

O grande lance do RSS, é que você fica sabendo, num só lugar, quais sites/blogs tiveram atualizações, e uma prévia do que é a atualização, assim você vê notícias e posts novos, e se algum te interessar você vai lá e abre, dispensando assim, aquela visita diária e ansiosa de encontrar alguma coisa nova. Mais economia de tempo.

Enfim, aí estão as opções à la carte para você. Sinta-se à vontade para chupinhar os códigos, alterar com os dados do seu site/blog (mas pelo amor de Deus, faça isso direito, não vá me trocar só a URL e achar que tá bom), e usar.

Inté.
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Abraços, Perdigão

segunda-feira, julho 07, 2008

Novos (nem tão novos assim) recursos do blogger

Fala pessoal.

Já faz um certo tempo que vi que o blogger disponibilizou algumas ferramentas novas, principalmente no que diz respeito a layout.

Antes para pôr uma simples enquete era um parto. Você tinha que achar algum serviço que fornecesse isso, gerar a enquete lá, editar aqui "na mão", e rezar pra dar certo...

Nunca havia experimentado muito esse recursos novos. Mas hoje coloquei uns perecutecos: uma enquete, um blogroll e uma paradinha feita na mão (força do hábito), que foi indicada pela Kellen, do Blog Já Viu, e editada, aprimorada e turbinada por este ser falando que também escreve o blog ordinário que você lê neste exato momento.

Ainda vou experimentar os slides (primeiro preciso tomar vergonha na cara de organizar as fotos e depois subir para o Flickr), os vídeos do youtube (idem, preciso comprar um HD novo, passar das fitas para o PC, converter, e depois subir no youtube).

E também vou fazer outra paradinha na mão para diferenciar assinaturas de feeds (myGoogle, myYahoo, RSS, Atom...) dos serviços de bookmark (del.icio.us, stambleupon, ma.gno.lia,...)

É isso aí... e já que você leram até aqui, please, participem da enquete ou deixem um recado após o beep.

..... beeeeeeeeeep!

sábado, junho 28, 2008

Firefox 3 - agora foi

Ontem instalei o meu tão querido addon Firebug no Firefox 3.

De quebra achei um outro addon, o Firecookie (que na verdade é uma extensão para o Firebug), que também achei bem legal.

Durante a semana também sairam uns outro addons, como o FireFTP. Bem, agora que todos os meus addons do FF2 agora estão no FF3 voltarei a dormir melhor.

quinta-feira, junho 26, 2008

Firefox 3 - mais impressões

Só adicionando aqui para um recurso que vi ontem: a manipulação do histórico.

Todos os recursos do FF2 ainda estão presentes no FF3. Mas agora há um modo de edição do histórico, onde você pode classificar, criar marcadores, e realizar pesquisas. Genial. Para quem tem tempo.

A busca eu achei bacana, a filtragem idem. Mas os marcadores...

O mesmo vale para os favoritos, mas nesse caso acho os marcadores válidos - leia "mais úteis".

Falei.

domingo, junho 22, 2008

Firefox 3 e Opera 9.5

A nova safra de navegadores chegou, e muita gente já posto, escreveu opiniou, e aqui estou eu fazendo igual - pondo minhas impressões ao mundo.

Firefox 3.0

Não senti nenhuma mudança bruta no visual como aconteceu nas releases anteriores (1.0 para 1.5 e depois para a 2.0).

Além de alguns ícones novos - sem nenhuma mudança estética significativa, devo acrescentar - o FF3 agora tem uma estrelinha na barra de endereços. Basta clicar na estrelinha para adicionar aos favoritos. Sinceramente achei a funcionalidade não acrescenta muito em usabilidade ou estética, já que prefiro usar ctrl+d.

A diferença bruta fica por conta do desemepenho. Muito mais rápido que a versão 2.0, e consome menos memória. Esses eram os pecados da versão 2.0, e parece que foram sanados. Também houve a correção de vários bugs, e de potenciais falhas de segurança. Bom para a equipe da Mozilla.

Não tive dificuldade alguma ao instalar, ou portar os plugins ou começar a usar. Nisso, está na mesma. Uma coisa que achei bacana foi poder escolher de forma mais fácil, através de uma interface gráfica, quais pogramas eu gostaria de usar para abrir determinados arquivos. Isso sim eu achei genial.

Outro ponto onde a diferença se mostra é no gerenciamento de plugins, temas e addons. Está mais fácil e intuitivo. Porém devo dizer que muitos addons ainda não foram portados para a versão 3.0, como o meu addon de cabeceira Firebug. Acho que é apenas uma questão de tempo para os addons mais populares que ainda não são compatíveis serem dispostos para a versão 3.0, então, no big deal.

Opera 9.50

Houve um salto da versão 9.27 para a versão 9.50 no tocante à estética. O skin default é bastante diferente do padrão anterior, muito mais moderninho, diga-se de passagem. Há uma abinha em forma de triângulo com um "+" para adicionar mais uma aba. Achei que isso aumenta a usabilidade. Os plugins e addons continuaram aqui sem nenhum chabú. Aliás um problema da versão anterior foi sanado - banners em flash não eram carregados se não fosse através de javascript.

O Opera tem um monte de coisa bacana é que é pouco explorada, infelizmente. As mouse gestures - o Opera reconhece alguns movimentos do mouse, e executa ações a partir daí, como dar refresh, voltar, etc... -, o speed dial - uma página com seus favoritos mais favoritos para um inicio rápido, com direito a preview.

Sobre desempenho não houve melhoras gritantes no novo Opera, e nem tinha muito o que melhorar. Para a instalação o mesmo que das outras vezes, fácil, rápido e limpo.

Bem, ficam aí minhas impressões sobre esses navegadores que fazem parte do meu setup.

Té+.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Extensões para o Firefox - firulas off!

Vira e mexe veja algum post perdido por aí com um infindável lista de addons para o Firefox.

Realmente, existem extensões às toneladas. Se bobear deve ter alguma que faça limonada. Mas o intuito deste post não é falar sobre as centenas de opções legais para tunar sua navegação no orkut, baixar vídeos no youtube ou fazer ligações de graça.

Como minha principal função é de desenvolvedor web venho aqui falar a respeito das utilidades para este fim, cabendo um intercâmbio forte com o pessoal da área de design. Vamos lá então?

- Firebug
Não posso deixar de começar com esta. É um canivete suíço, um must have, uma daquelas extensões que deixam você se perguntando: "como vivi sem isso até agora?"

- Web Developer
Os pequenos detalhes que faltam no Firebug você encontra aqui. Réguas, ferramentas de validação e otimização, salvar um código alterado para um arquivo local...

- Edit Cookies
Você pode visualizar e alterar o conteúdo de cookies. Não que isso não possa ser feito pelo Firebug, mas a interface desta extensão ajuda um bocado.

- Palette Grabber
Essa aqui é genial. Sabe aquela combinação de cores bacana que você viu num layout? Salve ela como uma paleta para produtos da ADOBE ou para o GIMP. Simples assim.

- Fireshot
Outra extensão genial. Com ela é possível tirar um snapshot de uma página inteira (isso mesmo, sem os corte da barra de rolagem que acontece quando você dá um print screen). Melhor, é possível editar a imagem, como colocar um box de comentário e uma seta (bem ao estilo "olha isso", "corrija aquilo") e depois salvar em vários formatos. O ponto baixo é que só tem disponível para Windows.

- FireFTP
Cliente de FTP. Até aí sem muita novidade, né? Pelo contrário. Poupa um tempão de ficar trocando de janela. Acho bastante útil: sobre um arquivo numa aba e dá reload na outra - outra vez vem à cabeça como ninguém pensou nisso antes?!.

- SQLite Manager
É... não é lá essas coisas como o FireFTP, mas também quebra um galho legal. Meio bugada, não tem suporte a tudo, mas para o dia-a-dia dá pro gasto. Sai uma atualização a cada meio minuto, hehe...

- Quick Locale Switcher
Permite que você "engane" o site que está visitando. Dando uma visão melhor como a de quem está de fora. Também serve para dar uma hackeadinha nos file share sites da vida.

- XML Developer Toolbar
Uma das infindáveis soluções de desenvolvimento XML, porém a única decente.

É pessoal. acabou por hoje. Em breve trago mais notícias.
[]'s

sábado, dezembro 22, 2007

Dicas para comprar hardware

O objetivo deste post é descomplicar a vida de quem quer comprar ou dar uma melhorada no PC, evitando que sejam passados para trás por "aquele bom vendedor".

Um microcomputador é um conjunto de peças e sendo assim ele será tão rápido quanto sua peça mais lenta. Repito: um computador é tão rápido quanto sua peça mais lenta. Fez sentido?

Geralmente o que é informado é a velocidade de processador, a quantidade de memória, a capacidade do HD e firulas outras só pra encher lingüiça. Então se for gastar, abra o olho para não ser passado pra trás.

Comece pela placa-mãe.
Fuja de placas on-board (aquelas que já trazem tudo embutido). Simplesmente fuja delas.
Elas são significativamente mais baratas, mas a qualidade é péssima e quando um componente de defeito, lá se foi seu computador quase que inteiro para o lixo, já que não tem como trocar apenas uma pecinha ou plaquinha.
Tão importante quanto ter uma placa off-board, é saber se ela não vai te deixar lento. Fique de olho numa peça que se chama chipset. Pergunte ao vendedor. Se ele não souber responder procure outra loja.
Observe qual a freqüência que o chipset (ou FSB) pode operar. Essa é a velocidade máxima que o processador pode usar para conversar com a memória e com o resto das peças. Se O processador tem 400MHz de velocidade externa, a memória também, mas o chipset tem apenas 333MHz, o chipset será o gargalo do sistema.


Sobre o processador.
O processador é uma das peças mais importantes do computador, isso se não puder ser considerada a mais importante. Mas como dito acima nem tudo é só velocidade. Peça para saber a quantidade de memória cache do processador. Aqui, quanto mais, melhor. Aliás, essa é uma das grandes diferenças entre processadores de primeira e segunda linha (por exemplo Pentium x Celeron, Athlon x Sempron...).
Então anote aí: muita memória cache e velocidade de FSB (aquela com a qual ele vai falar com o resto das peças).

Memórias
Sem muito segredo, quantidade e velocidade são mandatórias para a avaliação. A velocidade é aquela com a qual a memória poderá conversar com a placa mãe e o processador. Quantidade vale a regra de quanto mais melhor.

Placa de vídeo
Isso é papo pra dias, mas vamos encurtar a história. Muita memória, velocidade e principalmente marca do processador (sim, tem um processadorzinho embutido nela e memória também). Pegue alguma placa com processador da NVidia ou da ATI, e sua vida ficará mais fácil.

Sobre outros dispositivos
Tudo o que você puder comprar em placas separadas e com processador e memória próprios é um bom investimento. Isso vai poupar o processador principal e a memória. É uma pena que estes dispositivos estão cada vez mais raros de se encontrar.

Recapitulando
No processador confira quantidade de memória cache e de velocidade do FSB.
Na placa-mãe (off-board) confira o chipset e a velocidade com a qual ele opera.
Nas memórias confira a velocidade com a qual elas operam.
Placa de vídeo só se for da ATI ou da NVidia.
Se possível compre outras peças que contenham processador próprio.

Valorize seu investimento.

As empresas brasileiras estão preparadas para ter um site?

No Brasil a maioria das pequenas e médias empresas não são incluídas digitalmente. Não estou falando de ter um site, mas sobre a falta de doutrina e cultura digital que se verificam nas mesmas.

A idéia de ter um negócio online, poder ser visto em qualquer parte do mundo, aumentar a renda, agilizar processos e todos os outros benefícios chamam a atenção de muitos empreendedores. Mas ao contrário do que se faz com um "negócio real", colocar o negócio na internet é tratado pelos mesmos com displicência: basta pagar o amigo daquele técnico que arruma o computador que terei minha empresa - serviços e produtos - na internet.

Inclusive o mercado de profissionais que fazem este tipo de serviço (analistas, programadores, arquitetos de informação) é muito ruim no Brasil (e na América Latina como um todo), mas não vou divagar sobre este lado da moeda - isso é assunto para outra ocasião.

Antes de colocar o negócio na web um empreendedor interessado em fazê-lo deveria considerar algumas questões que, até mesmo por falta de conhecimento das mesmas, poderá levar este investimento a ser um fracasso, gerando frustração e um ceticismo exagerado.

Em primeiro lugar tenha alguém com alguma experiência em TI dentro da sua empresa.
É impensável apenas fazer o site e não administrá-lo. É o mesmo que alugar ou comprar um salão comercial, contratar uma empreiteira para fazer a infraestrutura e depois largar tudo às traças.
Pode parecer óbvio demais, mas não são poucos os sites onde o responsável sequer entra para conferir as vendas ou os contatos feitos pelos visitantes.
Um website tem a capacidade de reunir em um só lugar recursos de marketing e administração e cabe ao empreendedor saber cuidar disso. Um website tem que ser uma extensão da empresa e assim deve-se ter alguém responsável pela rotina do site dentro da sua empresa.

Os papéis de cada um.
O papel do desenvolvedor, a grosso modo, é criar aquilo o que o cliente quer, cuidar de manutenções do sistema, corrigir erros e incluir novas funcionalidades conforme solicitação do cliente.
A empresa deve cuidar do conteúdo. Imagens, textos, informações, usuários quando houver, vendas, resposta aos contatos, etc.
Não pense que o desenvolvedor é obrigado a saber mais sobre sua empresa do que você mesmo.

A questão do preço.
Tudo tem seu preço. Um site bom de verdade não sai barato, mas tende a ter um ROI (retorno sobre investimento) maior. Pense nisso com carinho. Azar o seu se optar por fazer site com o primo do técnico por R$ 200,00 e que ficará pronto em 5 dias.
Como eu disse previamente, há uma escassez de profissionais realmente qualificados e idôneos. Um site bem feito, necessita do trabalho de mais de um profissional.

Como você será divulgado na web?
Aqui está um ponto-chave. Extenso e que pouca gente fala. Questione os desenvolvedores sobre isso.
Há a publicidade paga - onde você paga para ter um anúncio. Pode ser um banner num site conhecido ou pode ser anúncio direto nos buscadores (como o Google e o Yahoo!).
E há a questão de estar bem colocado nos buscadores - quando algum usuário procura por determinada palavra ou expressão o seu site aparece entre os primeiros resultados.
Esta última opção interessa muito aos empreendedores justamente por reduzir gastos, no entanto requer muitos cuidados e conhecimentos do desenvolvedor, além de muita disciplina por parte do empreendedor, pois aqui é onde será feita a distinção do resultado do trabalho conjunto de ambas as partes.
Inclusive existem profissionais especializados em realizar este tipo de tarefa, que geralmente não é fácil, necessitando desde uma reescrita do sistema até uma reeducação das empresas (e este último ponto estou esclarecendo neste post).
Como um investimento, a questão da divulgação requer análise. Muitas vezes compensa iniciar juntamente com o site uma campanha paga e reduzí-la conforme o site sobe nos rankings.

Palavras finais
Então amigo, se você é um empreendedor, tem um site e está insatisfeito com o resultado por ele proporcionado, lembre-se que pode ter havido muitos pontos importantes que não foram observados, e que se corrigidos podem trazer agradáveis conseqüências ao seu negócio. Se você não tem um site, mas pensa em ter um, observe os pontos citados para evitar dor de cabeça depois.

quinta-feira, outubro 04, 2007

Estação de trabalho

Muitas são as ferramentas que nós programadores precisamos usar. Seja a trabalho, a estudo ou por pura miséria, bons editores e suporte nunca vêm mal.

Nos últimos tempos andei experimentando muita coisa. Linguagens, editores, kits, suits, ferramentas diversas... E cheguei numa lista muito boa que pode dar a quem quer uma excelente plataforma de desenvolvimento. Comecei com meu desejo de ter uma estação LAMP (Linux/Apache/MySQL/PHP), e até publiquei um post aqui sobre isso, e hoje cheguei em algo que considero ideal. Por motivos óbvios não me prenderei a explicar o passo-a-passo da instalação de cada ferramenta - documentação, faq's, fóruns, google, guias e tutoriais servem para isso.

Em primeiro lugar, você irá precisar de uma distribuição Linux. O sabor fica por conta do freguês. Se não quiser dor de cabeça vá com o famigerado Ubuntu. Meu gosto é Debian-based, mas nada te impede de usar outro.

Vou começar com os editores, afinal, neles é onde passamos a maior parte do desenvolvimento. Eis minhas sugestões:
- Eclipse + Aptana + PDT + RadRails + RDT
Excelente plataforma para desenvolvimento em Java. Oferece uma ótima interface para edição, gerenciamento de projetos, navegação de classes, depuração... Os plugins dão um tune-up no danado, tornando apto a desenvolvimento para web (PHP, SQL, XML, Javascript, Ruby, Python...).

- Quanta Plus
Baseado no KDE, também é uma ótima ferramenta para desenvolvimento e gerenciamento de projetos. Destaque para a navegação de classes, pelo suporte a zilhões de linguagens (abrange desde HTML, Javascript e PHP até Assembly, C e VHDL) e por ser extremamente leve e rápido quando comparado a outros editores do mesmo calibre como o Eclipse e o Zend Studio. Se você usar o KDE, também pode optar por instalar o resto das ferramentas de desenvolvimento.

- Bluefish
Muito amigável e cheio de funçõezinhas marotas, também permite gerenciar projetos (não tão bem quanto os anteriores) e é bem leve. Não tem navegação de classes, mas é muito bom para desenvolvimento de soluções rápidas e projetos curtos.

- VIM
Um clássico. Um must have dos editores. Passam-se as décadas e ele continua firme, forte e poderoso - vai cada vez mais além. Exige conhecimento prévio de seu funcionamento, opera em modo texto (nem preciso falar que é muuuuuito leve) e tem recursos ótimos para edição. Não tem gerenciamento de projetos, muito menos navegação de classes, mas cai como uma luva nos momentos críticos e em projetos pessoais. Vale a pena ter esse às na manga. Já vem disponível em quase todas as distros.

- EMACS
Outro clássico. Porém este está disponível em versão gráfica também. Tem muitos recursos similares ao VIM, e conta com uma série de extensões e funcionalidades extra. Já vem disponível em muitas distros Linux.

De editores está bom. Esta "pequena" lista dá conta de meses de diversão, aprendizado, produtividade e horas agradáveis bebendo café. Vamos agora às ferramentas para se trabalhar com gráficos.

- The GIMP
Não poderia deixar de começar a falar de softwares para tratamento e edição de imagens sem ser pelo GIMP. Já vem instalado em quase todas as distros. Permite a criação e edição de imagens em diversos formatos, tem plugins a dar com pau, é programável (em LISP!) e tem muitos poderosos recursos nativos. Creio que não sou mais apto a falar sobre gráficos, mas seu uso vai desde criação de layouts e imagens, até o tratamento de fotos.

- Inkscape
Ilustrador vetorial, trabalha basicamente com o formato SVG. Muito leve e intuitivo. Ideal para criar "aquele" botãozinho, ou "aquela" barrinha, ou ainda alguma figura não muito complexa.

- Blender
Modelador 3D. Não adianta eu ficar falando que é poderoso e coisa e tal, vamos aos fatos: a Pixar e a DreamWorks usam ele. Shrek Terceiro e Spider-Man 3 figuram entre as obras que têm uma mãozinha dele. Sua curva de aprendizado é ligeiramente maior. A curva de produtividade é exponencial.

- Scribus
Programa de editoração. Para criar documentos e diagramas com altíssima qualidade. Que uma coisa fique bem clara neste ponto: documentos Office (seja lá de qual pacote estejamos falando) são bons para troca de informações e tal; para apresentações a qualidade deve ser superior e o Scribus entra exatamente aí.

- FontForge
Serve para criar fontes, como o próprio nome sugere. Às vezes não encontramos uma fonte adequada (e, acredite, elas fazem diferença, e muita) para um layout, apresentação, etc... O FontForge permite a criação de uma fonte desde o zero, ou a edição de alguma fonte já existente.

Falemos agora dos navegadores. Isso é especialmente interessante a quem desenvolve conteúdo para web, ou para quem quer experiências novas ao navegar.

- Firefox 2.0 + Web Developer + Firebug
O kit perfeito para desenvolvedores de aplicações web. Essas duas extensões fazem o diabo. Este é um outro must have, um kit de sobrevivência.

- Opera 9
Tá bom, não chega aos pés do Mozilla Firefox e seus plugins no que diz respeito a desenvolvimento, mas o Speed Dial e a organização automática de janelas são recursos interessantes e úteis. Ele também tem os mouse gestures como diferencial.

- w3m
Navegador em modo texto, com suporte a abas!

- lynx
Clássico navegador em modo texto. Talvez vocês estejam se perguntando "- Mas por que navegadores em modo texto?". Se você é desenvolvedor web e se preocupa um mínimo com acessibilidade, navegabilidade e principalmente com o desempenho em sites de busca, precisa ver como os spiders enxergam seu site. Se você não desenvolve para web, mas sempre teve vontade de obter informações mais rápido, sem se preocupar com banners, imagens, etc... experimente.

- MS Internet Explorer
Uma triste realidade é que uns 70% de usuários de internet usam esse navegador. Criar um layout bonitão no Firefox, validado pela W3C, e tudo mais não significa que ele vai renderizar bonito do IE. A recíproca também é verdadeira - nem todo site bem visível no IE é exibido corretamente em outros navegadores. Isso é uma das coisas que ainda atormentam muitos webdesigners. Ter o Internet Explorer instalado - não para navegar, mas para conferir a renderização do layout - é uma necessidade; deixar o Windows numa partição da sua máquina SÓ para isso também é desperdício de recursos. Mas nem tudo é o fim. Existe um pacote chamado ies4linux, criado por um brasileiro, que facilita a vida de quem vive disso. Você pode instalar os IE5, IE5.5 e IE6 (a instalação do IE7 ainda está em fase experimental e altamente instável) de forma rápida e fácil.

Ainda não há formas eficazes de se ter uma instalação funcional e estável do Safari (navegador padrão da Apple) no Linux. Isso sim é uma pena. Se for pra deixar uma instalação do Windows na sua máquina, então faça o favor de instalá-lo. O Safari é um dos navegadores mais bacanas e bonitões que existem.

Vamos aos servidores que fazem muito do trabalho também.

- Apache 2
Assim como não pude iniciar a falar de gráficos sem começar pelo GIMP, também não posso começar a falar de servidores senão pelo Apache 2. O servidor mais famoso do mundo, estima-se que quase 75% dos sites do mundo inteiro estejam hospedados em servidores rodando Apache. Cheio de recursos, estável e poderoso, é um dos must have.

- MySQL 5
O mais famoso dos servidores de bancos de dados OpenSource. Na versão 5 e superiores conta com muitos recursos poderosos que faltavam antes como Stored Procedures, Views, Triggers...

- PostgreSQL 8
Nem tão famoso, mas com recursos muito legais como a herança em tabelas e a fama de ser o tal nas missões críticas. Bate de frente sem fazer feio com outros servidores parrudões como Oracle e DB2.

- Tomcat 5
Servidor de servlets Java e páginas JSP. Também é da Apache Foundation. Recomendo instalá-lo sobre o Apache 2.

- Mongrel
Servidor HTTP para aplicações Ruby. É interessante usar o mod_proxy_balancer no Apache 2 e acessar as páginas nativamente hospedadas no Mongrel pelo Apache.

- Sendmail
Clássico servidor de e-mails do mundo Linux. Tê-lo vai ajudar a criar um ambiente de testes mais real para aplicações e processos web que se valham do envio de e-mails.

E para finalizar a lista das linguagens, que são o coração de tudo isso.

- PHP 5
Precisa dizer mais?

- Ruby + Rubygems + Rails + Goldberg
Ruby é a linguagem propriamente dita. O Rubygems é um gerenciador de pacotes para Ruby. O Rails é o framework mais famoso do momento. E o Goldberg é um generator para Rails. Com esse kit dá pra fazer um site, com tudo o que um site tem direito, muuuuito rápido.

- Perl
Isso já vem na maior parte das distros. Consta aqui só pra você não esquecer que ela existe - e faz muitas coisas do seu Linux funcionar. Além disso ela também é bem flexível e poderosa.

- Java (JDK)
Precisa dizer mais?[2]

- Scheme e CLISP
Implementações LISP. Dá pra fazer um servidor de bancos de dados com umas 40 linhas desse troço, acredite. Também pode ser usado para escrever plugins do GIMP :D.

- Python
Corre por fora. Poderosa. Simples e eficaz para se fazer e desenvolver muita coisa.

- Pacote build-essentials da GNU
Já vem instalada na maioria das distros. Com ele você pode usar o make, o gcc (para linguagem C), gpp (para C++), o gcj (o Java da GNU), o as/gas (GNU Assembler) e mais uma porrada de linguagens. Tem compiladores, interpretadores, linkers, bibliotecas... enfim, realmente muita coisa para cair de cabeça na programação.

Posso citar ainda por fora tcl/tk, AWK, mas aí já fica a critério de cada um e não as considero indispensáveis. É isso aí pessoal.

Té+

sábado, junho 23, 2007

Coisas de geek...

Nos "tempos mais primórdios" da existência deste blog eu, costumeiramente, escrevia mais sobre o sistema operacional Linux e afins, mas depois dei uma esfriada nesses assuntos aqui no blog.

Mas fiz algumas modificações no meu PC que mereceram um tópico. Instalei alguns programas no Linux que deixaram ele mais power. Eu sempre usei o PC com a finalidade de trabalho, então nunca teve muitas frescurites. Pacote de escritório, navegador de internet, cliente de e-mail, editores (de texto para códigos-fonte), alguns servidores (impressão, internet, banco de dados), alguns compiladores e linguagens, um mp3 player, queimadores de CD e DVD... pronto. Isso era o meu PC.

Mas havia alguns incovenientes, como não rippar para CD para MP3, passar os vídeos da câmera digital para o PC, editá-los e gravar em DVD... Não por falta de opções, mas por eu sempre deixar isso para depois.

Resolvi isso. Instalei a biblioteca que faltava (no MS Janelas isso seria equivalente a uma DLL) para converter para MP3. Aproveitando a deixa, instalei o Audacity (um programa para gravação e edição de áudio), o Kino (para capturar e editar vídeo), o Cinelerra (permite uma edição mais elaborada dos vídeos), o CinePaint (também serve para editar fotos e vídeos, mas ainda não aprendi a mexer direito nele), o Ardour (um mixer para canais de aúdio)... Ou seja, meu PC agora virou um estudiozinho bem poderoso.

Também instalei aqui o Mercury. Um cliente de MSN, IRc, e uns outros tantos protocolos. O visual dele é bem legal e mais intuitivo.

Também instalei um navegador que me surpreendeu: o Opera 9.21. Ele tem um visual bem clean, moderninho, e uns recursos bacanas, tipo preview de abas, leitor de RSS, cliente de bate-papo, cliente de e-mail, cliente de torrent... tudo embutido. Panorama de abas abertas, e um recurso de atalhos (Speed Dial) que achei muito bom. Além do melhor suporte a SVG que vi até agora.

Ele não tem tantos plugins e addons disponíveis como o Firefox, mas para uma navegação é bem interessante. Vale a pena dar uma olhada no danado.

Para navegar recomendo o Opera, para desenvolver o Firefox. Para desenvolvimento o Opera oferece um pacote de ferramentas para webmasters, mas que ainda não chega a ser como as extensões Firebug e Web Developer disponíveis para o Firefox.

Ainda na pauta Mozilla, fazia muito tempo que eu não usava o Thunderbird (um cliente de e-mail). Achava ele meio incompleto. Fazia sua função, mas era meio incompleto. Preferi o Evolution, que tem uns recursos a mais que eu gostava. Besteira, dando uma vasculhada no site da Mozilla, resolvi testar o novo Thunderbird e uns addons dele (Mozilla Calendar). Era o que eu queria: um cliente de e-mail leve, e com as facilidades às quais não abro mão.

Agora sobre serviço também havia alguns programas que eu sentia falta. Instalei o PostgreSQL e o phppgadmin, e dos editores instalei o NVU, o Quanta Plus e o Eclipse.

Mas faltava um ponto crucial: para todo site que faço, tenho que reiniciar a máquina e ver como ele se sai no MS IE. Para quem não sabe, a diferença é gritante para quem desenvolve. Você faz um site que fica legal no Firefox, Opera, Safari, Maya, Galeon, Konqueror... mas no IE fica uma porcaria. A recíproca é verdadeira, se você fizer um site que fica bonito e funciona no IE, as chances dele dar algum chabú nos outros é grande.

O problema é que o IE aceita muito código errado (principalmente de Javascript) e renderiza muito mal o CSS (layout). Então a ordem é fazer um site que funcione nos outros (vai funcionar no IE também), e rascunhar o layout. Depois sim, ajustar o layout para o IE.

Pois bem, isso enche o saco. Para encher menos, achei um pacote fantástico: o IE4Linux. Sim, dá pra instalar o IE no Linux (nas versões 5.0, 5.5 e 6.0). Com flash e tudo mais. É obvio que não o uso para navegar, mas para testar como ele renderizará o layout. Simplesmente uma mão na roda.

Bem, prometo que o próximo tópico geek vai demorar mais um pouco para voltar nestas páginas.

Té+

segunda-feira, maio 14, 2007

Eu já não entendo mais nada

Eu já não entendo mais nada. Não entendo mais nada de TI, muito menos de economia e de negócios.

Linux é coisa de adolescente nerd, comunista, cheio de espinhas, sem amigos reais, e que acha que pode revolucionar o mundo, além de invadir e roubar computadores de usuários indefesos e inocentes. É coisa do capeta e viola a boa ordem natural das coisas.

E ponto final. Não mais com as palavras em minha boca (ou tela), mas na dos outros:

- Bruno Sayeg Garattoni, colunista do caderno Link do jornal O Estado de São Paulo, e do blog Re:Bit da Super Interessante (Editora Abril), escreveu em seu blog pessoal: "...O esperadíssimo Ubuntu7 ... chega a humilhar o Vista." neste post aqui.

- Sandra Carvalho, o currículo dela é extenso demais para escrever aqui, no seu blog relata um triste episódio, sob o título "Quem é o responsável pela chave do Windows?"

- Ainda na Info leio isso e sua origem, a revista americana Fortune, mais exatamente nesta matéria.

Esta não é uma prova, mas um indício de que atualmente é necessário rever os conceitos, visto que mesmo edições que defendem(iam) a Microsoft e sua política como empresa de TI estão se dobrando frente ao movimento do software de código aberto.

sábado, maio 12, 2007

Serviços gratuitos são bons mesmo?

Como eu havia dito no post anterior, iria me dedicar mais à construção de uma página pessoal e ao meu outro blog.

Bem, não tem como levar meu outro blog a passos largos, visto que seu cunho é muito mais técnico e tal. É preciso escrever ler muito, escrever, revisar, ... Não dá para fazer um post em 10 minutos.

Minha página está no Yahoo!. Está praticamente pronta. Novo layout (mais light, baixo-contraste, muito webstandard), e muito mais conteúdo. Faça uma visita .

Não gosto muito de layouts prontos. Geralmente são uma porcaria. Aqui no blogger até que a coisa é diferente, os layouts oferecem CSS e acesso aos códigos, além de possuir recursos para diversas midias (handhelds e PDA's). Ou seja aqui no blogger a coisa é um pouco mais profissional, certinha.

Melhor que no Wordpress, onde você não pode acessar o código-fonte para incluir um serviço de análise de tráfego básico.

Agora, e as limitações que esses serviços oferecem? O blogger tem poucos recursos (tá certo, é só pra ser blog mesmo). Mas bem que poderiam haver outros serviços integrados. O Orkut não tem enquetes? Por que raios temos que recorrer a serviços externos?

No Yahoo! a coisa é pior. Pra começar eles sequer tem serviço de blog (não, eu não quero criar mais um blog). O Geocities foi um boa sacada que o Yahoo teve anos antes do Google, que ainda engatinha nesse nicho com o Google Pages (ainda em fase de testes e disponível apenas para os EUA). O Google Pages oferece 4 vezes mais espaço (característica marcante), e mais facilidades para edição, que faz lembrar muito um serviço de blog, porém as limitações do serviço são severas e os bugs ainda são abundantes.

O Google Pages não suporta completamente javascript, CSS, e muito menos serviços externos.

O Yahoo! perde apenas em um ponto (muito importante, diga-se de passagem) no suporte a formulários. Sim, formulários do tipo "Fale Conosco" ou "Contato". Hoje vi mais de 60 sites hospedados no Geocities, e todos os formulários que funcionam são de serviços externos (pagos!) ou então o ineficaz link mailto.

Claro que não de se cobrar que estes serviços suportem muita coisa, como bancos de dados (MySQL, Postgre, Firebird,...) e linguagens dinâmicas (PHP, ASP, Cold Fusion, Python,...). Mas a questão é que o Yahoo! afirma que oferece esse tipo de serviço (os dados do formulário são enviados para o e-mail secundário).

O Google já nem diz que suporta formulários. O negócio deles é facilidade para edição e muito espaço - e só.

Então fica a questão: será que terei de recorrer a mais serviços externos? Pelo visto sim.

E onde fica a fidelização do usuário?! Pelo jeito, enquanto os gigantes se debatem e escorregam nessas pequenas coisas, a fidelidade fica indo pelo ralo.

Bem, chega de chorumelas. Tenho alguns cadastros em serviços suspeitos para fazer. E botar meu formulário para funcionar.

sexta-feira, maio 04, 2007

Trabalhando um pouco

Meu outro blog, assim como minha página no Geocities, estão meio jogado às traças.

Assim, vou diminuir um pouco as postagens este mês e trabalhar um pouco neles. As traduções de posts antigos já estão prontas, mas ainda falta escrever alguns artigos sobre programação que prometi, e disponibilizá-los para download em pdf.

Mãos à obra.

Té+

quinta-feira, maio 03, 2007

Reformulando ainda mais

É isso aí. O volume de visitas não anda muito bom, o de participação então nem se fala (a Kellen, autora do Blog Já Viu?! foi uma das poucas boas almas em meses a me levantar o moral).

Tá certo que não sou escritor de contos eróticos, nem sou um piadista de plantão. Mas acho que estava faltando um certo dinamismo nas minhas páginas. Eu estava justamente pensando nisso nos últimos dias, quando li isso no Blog do Aurélio.

Sugeri através de um comentário a implementação de enquetes para deixar a comunicação com os leitores mais fácil. Mas daí surgiu a dúvida: é possível? Por que não fui atrás disso antes?

Então fui. Encontrei alguns sites que forneciam o serviço "digratis", escolhi o melhorzinho (a apresentação de resultados é mais completa e a administração da enquetes é mais agradável), e resolvi testar. O serviço escolhido tinha sido o da Opine Now!, porém o código fornecido por eles não era corretamente reconhecido pelo Blogger (tanto em posts, quanto como um serviço externo na barra lateral). O mico foi eu ter recomendado o serviço para uns amigos sem antes ter testado (que vacilo!). Insisti na idéia. Criei um blog para testes no Wordpress. O parser deles também não reconhecia o código nem por decreto.

Fazer o que? Mudar de opção de prestadora de serviço. O Blogger recomenda uma lista, entre eles o Pollhost, que resolvi testar. No Blogger ele subiu bem, mas no Worpress... Aliás não se pode editar diretamente o código-fonte no Wordpress, e apesar da plataforma oferecer alguns recursos bem interessantes, ainda falta simplicidade para tarefas mais rotineiras.

Depois de tudo isso aqui está. A primeira enquete no Blog do Perdigão, ao lado:

té+